Amigos!

 

Segue matéria da Revista Reformador de Fevereiro/2016.

 

Você conseguiria ficar sem Tecnologia?

Que tal a experiência de passar uma semana sem olhar para seu smartphone, mexer no seu tablet para checar e-mails ou acessar a Internet para ler as notícias em tempo real? Difícil, não é mesmo? Por estes meios nossa realidade tornou-se mais rápida, dinâmica, nos aproximando de contatos de vários lugares do  mundo.Revista Reformador
Interagimos em uma rede estimulante de conhecimento e informação, seja por meio do ensino a distância com vários cursos acessíveis a muitos, oferecidos por Universidades como as de Harvard, Stanford e Columbia, seja pela interação ou compartilhamento de conteúdo por meio de redes sociais, portais, aplicativos, softwares.
Temos com isso um novo público. Pessoas que, atentas às tendências, se alimentam do dinamismo da informação.
Este dinamismo nos traz para o debate a velocidade do avanço tecnológico e a necessidade de não perdermos as possibilidades geradas por esta rede de potencialidades, bem como, é claro, para não nos perdermos entre elas. E aqui o caro leitor pergunta: “Onde entra o Centro Espírita neste cenário?”. Descobrindo e redescobrindo-se em inovações que a Tecnologia oferece, em novas pesquisas ou ações, e percebendo que não há mais espaço para a negação a respeito do uso destas ferramentas. É necessário compreender a Tecnologia como aliada na potencialização das atividades doutrinárias tais como:

Amigos!

 

Segue matéria da Revista Reformador de Fevereiro/2016.

 

Você conseguiria ficar sem Tecnologia?

Que tal a experiência de passar uma semana sem olhar para seu smartphone, mexer no seu tablet para checar e-mails ou acessar a Internet para ler as notícias em tempo real? Difícil, não é mesmo? Por estes meios nossa realidade tornou-se mais rápida, dinâmica, nos aproximando de contatos de vários lugares do  mundo.Revista Reformador
Interagimos em uma rede estimulante de conhecimento e informação, seja por meio do ensino a distância com vários cursos acessíveis a muitos, oferecidos por Universidades como as de Harvard, Stanford e Columbia, seja pela interação ou compartilhamento de conteúdo por meio de redes sociais, portais, aplicativos, softwares.
Temos com isso um novo público. Pessoas que, atentas às tendências, se alimentam do dinamismo da informação.
Este dinamismo nos traz para o debate a velocidade do avanço tecnológico e a necessidade de não perdermos as possibilidades geradas por esta rede de potencialidades, bem como, é claro, para não nos perdermos entre elas. E aqui o caro leitor pergunta: “Onde entra o Centro Espírita neste cenário?”. Descobrindo e redescobrindo-se em inovações que a Tecnologia oferece, em novas pesquisas ou ações, e percebendo que não há mais espaço para a negação a respeito do uso destas ferramentas. É necessário compreender a Tecnologia como aliada na potencialização das atividades doutrinárias tais como:


cursos online, portais informativos, fóruns, ferramentas multimídia, redes sociais, e não uma ameaça a ser evitada pelo medo da renovação e inovação.

Kardec, ciente da importância de bem usar ferramentas de divulgação, utilizou-se de meios como jornais e a própria Revista Espírita para multiplicação do pensamento espírita.“Uma publicidade em larga escala, feita nos jornais de maior circulação, levaria ao mundo inteiro, até às localidades mais distantes, o conhecimento das ideias espíritas, despertaria o desejo de aprofundá-las e, multiplicando-lhes os adeptos, imporia silêncio aos detratores, que logo teriam de ceder, diante do ascendente da opinião geral”, dizia o codificador.1 Se os meios tradicionais de divulgação como livros, jornais, revistas, televisão, rádio, cinema são grandes impulsionadores das palavras e práticas espíritas, refletindo o pensamento de Kardec, por que não otimizarmos esta ação com uso dos novos veículos de comunicação oferecidos pela Tecnologia? É o momento de multiplicar e impulsionar a rede, unindo as formas de divulgação tradicionais às tecnologias vigentes.
De acordo com Emmanuel na obra Estude e viva, […] o Espiritismo nos solicita uma espécie permanente de caridade – a caridade da sua própria divulgação.
Ao Centro Espírita cabe o papel de impulsionador e mediador desta caridade maior aperfeiçoando-se, para isso, com o maior número de ferramentas a seu alcance.

Assim, a conscientização e a renovação fazem-se urgentes para os centros que desejam intensificar a divulgação da Doutrina no mundo moderno e compreender o público que anseia por novidades, por meio do conhecimento e estudo pela Internet, pelo uso da comunicação digital, da formação de uma cadeia de informações e de uma rede colaborativa e participativa que trará uma gestão do conhecimento atenta a inovações e tendências.
É preciso inovar, rever conceitos e ver a realidade tecnológica que bate às portas de um público de mais de 136 milhões de computadores em uso no Brasil,3 em uma proporção de dois computadores para três habitantes com a expectativa que em 2016 atinjamos a marca de um computador por habitante.

Hoje, pesquisas antes inimagináveis tornam-se reais como a nanotecnologia que produzirá equipamentos em tamanho molecular, o Google Glass, dispositivo parecido com óculos com interação por meio da realidade aumentada, a computação cognitiva com  computadores que compreendem o que falamos ou ainda o prático armazenamento de arquivos em nuvem. Vemos ainda, ocorrendo, uma infinidade de outras inovações específicas ao Espiritismo, como a transcomunicação instrumental, a CasaEspírita Virtual e a psicodigitação com escrita mediúnica diretamente no teclado. Para cada uma destas cabem infindáveis possibilidades de aplicação. Basta atentarmos para elas e aprendermos a enxergar além de paredes e muros já fragilizados.

Ultrapassando barreiras e sempre atenta a estas inovações, a FEB amplia as formas de divulgação doutrinária, com atenção especial aos livros, base de estudo e que já ultrapassam 560 em catálogo da FEB Editora; valoriza as mídias tradicionais com promoção do periódico Reformador e outros informativos; impulsiona-se no advento tecnológico com a FEBtv, FEBrádio, portais, cursos a distância, produção de e-Books e aplicativos que visam a democratização e a sustentabilidade e,ainda, com interação em redes sociais que, em agosto pp., já ultrapassaram 600 mil seguidores, almejando superar um milhão ao final deste ano. É a FEB, portanto,uma visionária das possibilidades desta rede de Tecnologia que se multiplica pela comunhão de pensamentos, energia e ações, mobilizados na propagação do pensamento espírita.
Como nos lembra Kardec, “dois elementos hão de concorrer para o progresso do Espiritismo:o estabelecimento teórico da Doutrina e os meios de a popularizar”.1 Os meios para esta popularização estão à nossa disposição, basta utilizarmos com responsabilidade, discernimento e humildade. O futuro é agora e está em nossas mãos.

                                                                                                                                                     Mayara Paz

Matéria disponível em: http://www.souleitorespirita.com.br/reformador/destaque/tecnologiauma-aliada-na-divulgacao-espirita/

 

REFERÊNCIAS:

1KARDEC, Allan. Obras póstumas. Trad.Guillon Ribeiro. 2. ed. bolso. 1. reimp.Rio de Janeiro: FEB, 2011. pt. 2, cap.Projeto 1868, it. Publicidade, p. 352 e 350, respectivamente.
2 XAVIER, Francisco C.; VIEIRA, Waldo.Estude e viva. Pelos Espíritos Emmanuel e André Luiz. 14. ed. 2. imp. Brasília: FEB, 2013. cap. 40, p. 174.
3 FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. Resultados da 25a Pesquisa Anual da FGV–EAESP-CIA, 2014. Mercado Brasileiro de TI e Uso nas Empresas. Disponível em: http://eaesp.fgvsp.br/sites/eaesp.fgvsp.br/files/pesqti-gvcia-2014noticias.pdf

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